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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Relatos de aulas - Educação Infantil: Primeira aula do Gabriel

Lembram-se daquela casa que visitei há algumas semanas atrás e contei pra vocês sobre o quanto foi gostoso conhecê-los, que eu estava ansiosa para iniciarmos nossas aulas...?
Pois bem, os visitei novamente, desta vez para a primeira aula do Gabriel.
E foi tão bom, tão proveitoso!!!

Como era nosso primeiro encontro, apostei em atividades mais tranquilas. 
Brincamos com o Mosaico (dica muito bacana para presentear crianças a partir de 4 anos de idade, e também para professores trabalharem juntamente com seus alunos).

Estimulei:

- o reconhecimento das letras M-O-S-A-I-C-O;

- as combinações silábicas: MA-ME-MI-MO-MU, SA-SE-SI-SO-SU, CA-CE-CI-CO-CU;

- Cores;

- Formas Geométricas;

- Referências/Cópias/Coordenadas;

- Coordenação motora;

- Etc.

Depois deste gostoso passatempo educativo, ainda fizemos várias leituras de livros de história, alguns que levei, outros que ele tinha em sua generosa coleção.

Foram horas muito proveitosas para nós dois!


Confiram algumas fotos e morram de vontade de ter uma criança tão gostosa dessas para chamar de sua (aluna)!


Vejam a casinha que fizemos juntos (pasmem com a coordenação motora deste garoto!)
Esta foi a nossa referência.




Se você interessou-se pelo meu trabalho de Reforço e Acompanhamento escolar, e deseja contratá-lo ou apenas saber mais informações, entre em contato através de e-mail para m.roncolatto@gmail.com, ou telefone para 9233-2810 / 8717-9050 / 3243-6755.

SERÁ UM PRAZER ENORME FAZER PARTE DA EDUCAÇÃO DE SEU FILHO!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Semana da Educação - Unicamp: "Educador, que Formação é essa?"

De 17 a 21 de setembro de 2012




A Semana da Educação é evento anual, organizado pelos estudantes da Faculdade de Educação da Unicamp.
Aberto a toda pessoa interessada em debater educação, estudantes de pedagogia, licenciaturas, de pós-graduação e profissionais que trabalham no âmbito educacional.


“Muita magia e muita sorte têm as crianças que conseguem ser crianças” é com este pensamento que Eduardo Galeano nos brinda para pensarmos a respeito de educação. Num mundo cada vez mais cheio da racionalidade de governar máquinas e coisas, a educação assume uma função bastante significativa. Afinal, o que é formação humana para (futuros e futuras) educadores ou educadoras? Formar para quê?



Para maiores informações sobre o evento, programação e inscrições, acesse:

www.semanadaeducacao2012.blogspot.com.br




NOS VEMOS LÁ!!!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Ser professor - Santuza Abras (2000)

Ser professor é professar a fé e a certeza de que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou...
Ser professor é consumir horas e horas pensando em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia é única e original...
Ser professor é encontrar pelo corredor com cada aluno, para ele sorrindo, e se possível, chamando-o pelo nome para que ele se sinta especial...
Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e, diante da reação da turma, transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender... 

Ser professor é envolver-se com seus alunos nos mínimos detalhes, vislumbrando quem está mais alegre ou mais triste, quem cortou os cabelos, quem passou a usar óculos, quem está preocupado ou tranquilo demais, dando-lhe a atenção necessária...
Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.
Ser professor é equilibrar-se entre três turnos de trabalho e tentar manter o humor e a competência para que o último turno não fique prejudicado...
Ser professor é ser um "administrador da curiosidade"de seus alunos, é ser parceiro, é ser um igual na hora de ser igual, e ser um líder na hora de ser líder, é saber achar graça das menores coisas e entender que ensinar e aprender são movimentos de uma mesma canção: a canção da vida...
Ser professor é acompanhar as lutas do seu tempo pelo salário mais digno, por melhores condições de trabalho, por melhores ambientes fisicos, sem misturar e confundir jamais essas lutas com o respeito e com o fazer junto ao aluno.Perder a excelência e o orgulho, jamais!
Ser professor é saber estar disponível aos colegas e ter um espírito de cooperação e de equipe na troca enriquecedora de saberes e sentimentos, sem perder a própria identidade.
Ser professor é ser um escolhido que vai fazer "levedar a massa" para que esta cresça e se avolume em direção a um mundo mais fraterno e mais justo.
Ser professor é ser companheiro do aluno, "comer do mesmo pão", onde o que vale é saciar a fome de ambos, numa dimensão de partilha..
Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo".
Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés...




sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Papel da escola é ensinar a aprender e não só transmitir conteúdo


Criar desde cedo uma boa relação com o estudo ajuda no desenvolvimento.
Excesso de livros didáticos redundantes gera custos, mas não dá resultado.

Acompanhando uma garotinha de segundo ano em seu período de avaliações, ajudando-a a se preparar para elas, ao procurar a matéria a ser revisada, algumas coisas causaram estranhamento.
Por exemplo, em época de alfabetização, na disciplina de português, ela tinha três livros e um caderno para estudar. Não sei bem o porquê. Um livro repetia os itens do outro.
Outra questão foi como eram indicados para a criança os conteúdos a serem revisados: indicava-se o assunto, mas não era mencionado onde encontrá-los. O que significou uma perda significativa de tempo para achar o que realmente era necessário.
Ora, a escola é um lugar para se aprender conteúdos de diferentes áreas do conhecimento, mas também um lugar onde se prevê o desenvolvimento intelectual do aluno e de seu pensamento. E isso envolve organização – ser capaz de organizar as idéias é um aspecto importante no desenvolvimento de uma pessoa.
Queixa comum dos professores em relação aos estudantes é a desorganização deles, inclusive de suas idéias, e de não saberem estudar.
Para que isso ocorra, um caminho interessante é trabalhar com a ação concreta, para que ela depois seja incorporada. Isso deve ser propiciado pela escola. Inclusive, esse deveria ser um aspecto contemplado em seus anos iniciais. Momento em que eles ainda estão aprendendo a se relacionar com o conhecimento. O início de tudo marca o tom de como as coisas serão pela vida.
Ao não dizer quais páginas estudar, a escola está pondo por terra a importância de se utilizar o número das páginas para se encontrar algo numa publicação.
Será o modernismo do processo educacional? Nem tudo que é moderno é bom. Até porque a escola cobra um conhecimento redondinho dos alunos. Deve propiciar isso a eles.
O que deixa claro é que a escola ainda se preocupa em passar os conteúdos. Hoje em dia, com tantas informações (a internet que o diga), não precisa tanto desespero para isso. O ideal seria trabalhar a relação dos alunos com o aprender, ajudando-o a se organizar e ensinando-o a estudar. Usando dos recursos velhos conhecidos, como encontrar o conteúdo através da utilização do número das páginas. Não é assim quando vamos ler um capítulo de um livro? Rapidamente o encontramos utilizando o número das páginas.
Quanto à quantia de material didático para uma mesma matéria, não tem muito sentido. Claro que a disciplina de língua portuguesa tem vários aspectos a serem trabalhados – gramática, leitura, interpretação de texto, escrita... Porém, isso gera um custo alto para as famílias, além de trazer confusão na hora de estudar. O ideal é escolher um livro que contemple os diferentes itens. E geralmente os bons livros didáticos o fazem.
Nem sempre um monte de livros quer dizer que o aluno aprendeu muito. O que nós precisamos hoje em dia é de qualidade. É obrigação da escola propiciar a qualidade de como o aluno pode organizar seu pensamento. Se não, ela não passará de mera transmissora de conteúdos. Se é que algum dia saiu desse lugar.



(Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga)
Fonte: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/10/papel-da-escola-e-ensinar-aprender-e-nao-apenas-transmitir-conteudo.html

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore



A seguir um curta apaixonante, delicadamente elaborado, produzido e dirigido na intenção de retratar uma história de paixão pelos livros, de prazer na leitura e o inclusive "poder curativo" de tal prática, num contexto da destruição provocada pelo devastador furacão Katrina.

Ganhou em 2012, em Los Angeles, o Oscar de melhor Curta-Metragem de Animação. O filme foi dirigido por William Joyce e Brandon Oldenburg.


Emocionante! Confiram a seguir e deliciem-se...